em Curitiba, Feira do Largo da Ordem

Criatividade, superação e arte.

Faço poemas e também componho umas musiquinhas, coisa pouca, passatempo entre amigos. Escrevo as letras e canto a melodias pro meu parceiro fazer o arranjo no violão.

Uma das minhas grandes desvantagens nesta vida é não tocar violão e nenhum outro instrumento… Mas tem um cara que, superando vários obstáculos, toca violão e canta melhor do que muito músico profissional que eu já ouvi por aí.

Sem perder a alegria de viver.

É o Adão Padilha. Que começou a tocar violão depois de ter perdido o antebraço em um acidente. Numa brincadeira de amigos, pra fazer uma graça, driblando as durezas que vida nos prega, ele inventou uma prótese com uma garrafa de plástico. E desde então, nunca mais parou de tocar. Todos os domingos ele está encantando o público da Feirinha do Largo da Ordem com seu repertório sertanejo (dos bons tempos!) lá perto da antiga Sociedade Operário.

Vale apena levar os ouvidos e o coração românticos para aquelas bandas, tomar um caldo de cana e ver como a superação, a criatividade e a alegria de viver podem transformar uma tragédia num jeito de fazer arte e num meio de vida.

Perto das duas da tarde, ele sai pela Feirinha e dá canjas em vários trechos, aqui nós o flagramos em frente ao Memorial de Curitiba.

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